6 manias dos cães e suas soluções

Muitas vezes os cães apresentam comportamentos que não entendemos. Em alguns casos, acabamos ficando preocupados sem necessidade ou não se preocupando devidamente por achar que a ação do cãozinho não é nada demais. Por isso, a Clínica Veterinária Querubim vai te ajudar a entender melhor essas manias do seu pet e quais as soluções para elas.

Correr atrás do rabo

Aposto que muitos tutores já deram boas risadas ao verem seus cãozinhos correndo atrás do próprio rabo. Esse comportamento surge na fase de filhote, por estarem descobrindo o mundo, eles costumam ser muito curiosos e essa curiosidade os faz questionar sobre “o que é essa coisa atrás deles” e começa a tentar caçar essa coisa.

Depois de algumas tentativas frustradas eles acabam desistindo e esse comportamento diminui conforme ficam adultos. Mas o tutor precisa estar atento  caso essa mania continue, caracterizando como uma compulsão, e avaliar como anda o dia-a-dia do animal, seu bem-estar e se é necessário levá-lo a um veterinário.

Esfregar o bumbum no chão

Esse movimento que os cães fazem geralmente pode indicar algum desconforto. Em pets com pelos muito longos é recomendada a tosa higiênica e, devido à lâmina utilizada, pode gerar alguma sensibilidade na pele do animal. Outro motivo, que seria ainda mais grave, é a presença de parasitas intestinais, que exige consulta com o médico veterinário e tratamento de vermifugação.

Cava Cava

Cavar é algo instintivo para os cães, por isso é um comportamento normal e não implica em nada grave. Eles podem fazer isso por diversão, por estarem procurando algo ou até mesmo por “falta do que fazer”. Alguns especialistas também têm uma teoria de que, quando está muito quente, eles buscam por uma superfície mais fresca.

Independente do motivo, esse comportamento é possível de ser corrigido. Além de disponibilizar mais brinquedos para o pet, como forma de distração, você também pode enterrar algo desagradável e não nocivo ao pet no buraco que ele fez, assim quando ele cavar de novo, terá uma surpresa.

Latir para o nada

Com certeza você já ouviu a crença de que quando um cão late para o nada é porque está vendo algum espirito. Na verdade o latido é uma forma de comunicação, alguns latem mais do que os outros e por motivos diferentes, mas nada que envolva espíritos e sim comportamento.

Alguns cães muito agitados e ansiosos costumam latir excessivamente, por isso é importante manter os exercícios com o pet em dia. Outro motivo é a falta de atenção, o que qualquer pet quer é que seu dono dê atenção e faça muitos carinhos, por isso alguns cães usam do latido para chamar atenção do tutor. O ideal, nesses casos, é não ceder as investidas, logo ele irá perceber que os latidos não estão surtindo o resultado esperado.

Pastorear pessoas

Seu pet tem a mania de te seguir por toda parte, andar muito próximo das suas pernas e ficar parado na sua frente? Esse comportamento ocorre devido ao instinto pastoreio dos cães, da época em que eram usados para ajudar a controlar rebanhos. Atualmente essa mania esta atrelada a insegurança e medo dos cães, o que faz com que tentem controlar e que se sintam confortável em uma posição dominante.

Caso isso o incomode, uma opção é oferecer brinquedos ou tentar distrair o pet para direção oposta da que está indo. Outa opção é tentar manter o cãozinho em uma rotina, alguns animais podem apresentar uma personalidade bastante metódica e acabam não gostando de surpresas, por isso deixar o dia a dia deles mais previsível os faz sentir maior segurança.

Rolar na sujeira

Assim como diversos outros comportamentos já citados, rolar na sujeira ou se esfregar por ai é uma mania do instinto do cão, o que geralmente deixa os tutores desesperados, principalmente após um banho. Eles agem dessa forma para deixar seu cheiro nos objetos ou pessoas, como forma de marcar seu território e dizer que aquilo pertence a eles. Já nos casos de pós-banho, isso ocorre porque o pet percebe que aquele cheiro, geralmente perfumado, não é o seu natural e tentam retomar seu cheiro original.

 

Referência: Revista Cães & Cia, ed. 466, pág. 42

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